Evento realizado entre os dias 24 e 27 de junho de 2025 em Manaus, contou com a participação de instituições de pesquisa, ensino, organizações da sociedade civil, comunidades tradicionais e coletivos.
Evento realizado entre os dias 24 e 27 de junho de 2025 em Manaus, contou com a participação de instituições de pesquisa, ensino, organizações da sociedade civil, comunidades tradicionais e coletivos.

Entre os dias 24 e 27 de junho de 2025, ocorreu, em Manaus, o 2º Encontro de Tecnologia Social da Amazônia (ETSA), reunindo instituições de pesquisa, ensino, organizações da sociedade civil, comunidades tradicionais e coletivos em uma intensa programação voltada à valorização das tecnologias sociais como ferramentas de transformação nos territórios amazônicos.
O evento foi uma realização colaborativa, contando com a participação de diversas instituições parceiras, como: Fiocruz, UFRR, UFPA, UFRA, IFPA Campus Castanhal, IFAM, UFAM, UNAMA, IEB, Instituto Peabiru, Fundação Banco do Brasil, Museu Paraense Emílio Goeldi, ABEPETS, Instituto Mamirauá, INPA e MCTI.
As atividades foram distribuídas em dois espaços do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA): o Centro de Convivência e o Auditório do Bosque da Ciência, proporcionando ambientes de exposição, diálogo e formação ao longo dos quatro dias de programação.
No dia 24, o evento teve início com visitas técnicas e o Workshop de Tecnologias Sociais, realizado no Auditório do Bosque da Ciência, promovendo intercâmbio de experiências entre projetos de diferentes partes da Amazônia.
De 25 a 27 de junho, o Centro de Convivência do INPA foi o espaço da:
Ao longo do evento, o Auditório do Bosque da Ciência também sediou mesas-redondas e oficinas temáticas, aprofundando discussões sobre os desafios e potencialidades das tecnologias sociais no contexto amazônico.
O 2º ETSA reafirmou a importância das tecnologias sociais como estratégias enraizadas nas realidades locais, criadas a partir dos saberes dos povos da Amazônia e fortalecidas por redes de pesquisa, ensino e ação comunitária. O encontro deixou como legado a ampliação das conexões entre instituições e territórios, além da valorização de práticas que colocam a vida, a diversidade e a justiça social no centro do desenvolvimento.


















Para saber mais sobre os projetos apresentados, instituições participantes e como fortalecer a rede de tecnologias sociais na Amazônia:
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